Assim quero você Envolvendo,meu corpo Acariciando, minha boca Colando,em minha pele Vem,te espero. Se quiser, posso te provocar. Aguçando tua libido. Atiçando seus sentidos. Hoje quero mesmo, Só te amar.
Na calada da noite, Um vento melancólico Cheirando absinto, Tomou conta, Dos meus pensamentos. Deixando-me na boca, O gosto verde da saudade. E nos olhos, um soluço Incolor. Navegando, na face. Como mar imenso fosse.
Sua boca meu cálice Liquido ardente Recipiente que segrega. Ordenações e impulsos. Que me dás. Delírios, Devaneios insanos, Quando me toca atrevida. Adormeço. Durmo dentro do sono. Sonho dentro de mim Sua boca, na minha boca.... ManyPallo
Já gritei na sua boca O amor que trago Já silenciei meu corpo Em meio a luzes. Já me perdi nos abismos. Já vi miragens... Já degluti o espaço que nos cabe. Já me extasiei em sentimentos, Nesse universo que te amo Vivo agora os sonhos de mil anjos Entre acácias e gerânios, Essa paixão. E comungo num Só gole do seu ar.
Eu creio em fadas Na ternura do seu voar Creio em anjos Quando temo ao sonhar Eu creio na voz do vento Na serenidade que me traz Creio na alma de uma flor Pela suavidade que inspira Creio no sorriso de uma criança Pelo caminho que me indica Creio nos mistérios, Da lua, que tão nua, Vive a versejar. Eu creio em um Deus Que me fez acreditar Nas pequenas coisas Que a vida me dá ManyPallo
No caminho de volta. De braços dados, Com a solidão. Vou abandonando, Meus desejos. Contemplando meus silêncios. Pisando de mansinho, Nas doces ilusões. Que são como bolhas ao vento. Fragmentos da razão
Hoje o vento A mando do silêncio Em meu ouvido sussurrou. _Época de colheita Recolha do peito As flores da bondade Rosas da amizade Aromas do amor. Em frascos pequeninos. Coloca, gotinhas, desse carinho, Que em seu peito brotou. E entrega com ternura Para quem Ainda não semeio Hora de espalhar amor.
.Como vencer o tempo Se os relógios, Não tem sentimentos E seu coração é caixa de aço. Como vencer essa saudade Se a distância é covarde E para ter notoriedade Desbarranca meus olhos Em lágrimas Como acalentar meu coração Se a insensatez Desafia a lucidez E me perco em desacertos .Como esquecer você! ManyPallo
A solidão Cavalga com fidalguia Nos meus passos E por onde passo Resoam as trombetas Em vagos espaços brancos Na cadencia Do compasso, Vazios dos meus passos. ManyPallo
Se cada pérola do meu colar Pudesse contar, A saudade que sinto Ficariam desnudas de brilho. Ou como pétalas ao vento. Sopros ao relento. Do amor vivido. Doce quimera. Hoje já não pérolas, E sim fragmentos.
Hoje o vento A mando do silêncio Em meu ouvido sussurrou. _Época de colheita Recolha do peito As flores da bondade Rosas da amizade Aromas do amor. Em frascos pequeninos. Coloca ,gotinhas ,desse carinho, Que em seu peito brotou. E entrega com ternura Para quem Ainda não semeio Hora de espalhar amor.
Como vencer o tempo Se os relógios, Não têm sentimentos. E seu coração é caixa de aço. Como vencer essa saudade Se a distância é covarde E para ter notoriedade Desbarranca meus olhos Em lágrimas. Como acalentar meu coração Se a insensatez Desafia a lucidez E me perco em desacertos. Como esquecer você!
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